quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Olá.

Olá para todos.
Acredito que, como primeiro escrito neste espaço em que inauguro hoje, cabe nova apresentação, assim como, também, distinção de tarefas atuais.
Como já sabem, meu nome: Luiz Paulo Lopes Júnior
Sou natural do Rio de Janeiro. Nascido no Méier, passei partes de minha vida entre o Rio e São Paulo. Aos 21 anos adotei – ou fui adotado – pela Cidade de Teresópolis como sendo o meu “lar oficial”.
Aluno do curso de Bacharel em História da Arte pelo IART-UERJ (Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro), venho tentando desempenhar, como pesquisador, uma função de destaque junto ao patrimônio imaterial brasileiro – mitos, cantigas, lenda, criaturas míticas, práticas e costumes, etc.
Tratando, de forma constante, em minhas pesquisas a cultura popular brasileira como elemento providencial dos meus trabalhos acadêmicos.
Por conta deste empenho, sou hoje o único pesquisador estagiário do INEPAC-Divisão de Folclore (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
É de competência da Divisão de Folclore o levantamento do patrimônio imaterial do Estado através de pesquisa – tanto de campo, quanto, dos estudos de registros de fontes primárias (documentos). Tratar-se-ia, não só da manutenção dos elementos patrimoniais do Estado, com um raso intuito de perpetuá-lo ou congelá-lo, mas sim, de tratá-lo como elemento orgânico e/ou espontâneo: passivo de mudanças e transformações.
A cultura popular é reformulada constantemente pelos seus agentes, como poderia ser dito pelo sociólogo Alfredo Bosi em: “Cultura com Tradição” (1983), ou, até mesmo, pode ser defendida através dos estudos do filósofo Henri Bérgson em seu trabalho: “Matière et mémoire” (Matéria e Memória: 1896).
Atendendo ao convite do Fórum de Cultura de Teresópolis, passo a compor o quadro de colunistas aqui em questão, pretendendo, se possível for, tratar dos assuntos culturais que tangem nossa Cidade, e, porque não, do Estado.

Grato pela atenção.
Att.: L. P. Lopes