Olá para todos.
Acredito que, como primeiro escrito neste espaço em que inauguro hoje, cabe nova apresentação, assim como, também, distinção de tarefas atuais.
Como já sabem, meu nome: Luiz Paulo Lopes Júnior
Sou natural do Rio de Janeiro. Nascido no Méier, passei partes de minha vida entre o Rio e São Paulo. Aos 21 anos adotei – ou fui adotado – pela Cidade de Teresópolis como sendo o meu “lar oficial”.
Aluno do curso de Bacharel em História da Arte pelo IART-UERJ (Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro), venho tentando desempenhar, como pesquisador, uma função de destaque junto ao patrimônio imaterial brasileiro – mitos, cantigas, lenda, criaturas míticas, práticas e costumes, etc.
Tratando, de forma constante, em minhas pesquisas a cultura popular brasileira como elemento providencial dos meus trabalhos acadêmicos.
Por conta deste empenho, sou hoje o único pesquisador estagiário do INEPAC-Divisão de Folclore (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
É de competência da Divisão de Folclore o levantamento do patrimônio imaterial do Estado através de pesquisa – tanto de campo, quanto, dos estudos de registros de fontes primárias (documentos). Tratar-se-ia, não só da manutenção dos elementos patrimoniais do Estado, com um raso intuito de perpetuá-lo ou congelá-lo, mas sim, de tratá-lo como elemento orgânico e/ou espontâneo: passivo de mudanças e transformações.
A cultura popular é reformulada constantemente pelos seus agentes, como poderia ser dito pelo sociólogo Alfredo Bosi em: “Cultura com Tradição” (1983), ou, até mesmo, pode ser defendida através dos estudos do filósofo Henri Bérgson em seu trabalho: “Matière et mémoire” (Matéria e Memória: 1896).
Atendendo ao convite do Fórum de Cultura de Teresópolis, passo a compor o quadro de colunistas aqui em questão, pretendendo, se possível for, tratar dos assuntos culturais que tangem nossa Cidade, e, porque não, do Estado.
Grato pela atenção.
Att.: L. P. Lopes


